Anderson Alberton

O Manifesto

Uma única linha como metáfora para o ciclo contínuo da vida.

A investigação do traço ininterrupto guia minha produção desde 2002. Cada obra é um ecossistema visual único que conecta o real ao abstrato, o estático ao caótico. A linha flui, contorna e, invariavelmente, encontra o seu próprio início — provando que, na arte e na existência, tudo está interligado.

O Processo

O Híbrido entre o Traço e a Máquina

A concepção nasce na mente e ganha sua primeira forma no ambiente digital. Através de softwares de vetorização, a linha é traçada de maneira orgânica, porém com precisão matemática. Uma vez consolidado o projeto, a exatidão mecânica de uma pen plotter armada com nanquim pigmentado entra em ação, devolvendo a obra ao meio físico em papel Fine Art. É um processo simbiótico perfeito entre a sensibilidade humana e o rigor da máquina.

Processo de criação de desenho digital em linha contínua - Anderson Alberton
Pen plotter executando desenho em nanquim sobre papel Fine Art - Ateliê Alberton

Intervenção Urbana

A Escala Monumental

A mesma linha que percorre o papel expande-se para abraçar a arquitetura. Murais monumentais — como os executados nas mostras "Buscas Inconscientes" e "Arte na Cidade" — transformam o espaço urbano e institucional em uma tela imersiva.

O Tempo e o Espaço

Vídeo-Arte e Movimento

A passagem de um dia, as manifestações climáticas e os ritmos urbanos. Através da vídeo-arte (presente em mostras como "Momentos Divergentes" e "Vide Vida"), a linha ganha a dimensão do tempo. A tela funciona como uma janela para a pulsação eterna do ambiente ao nosso redor, expandindo a experiência estática da obra física.

Explorar Acervo de Animações

Trajetória Visual

Formação Acadêmica

  • • Bacharel em Artes Visuais, 2004, UNIVILLE.
  • • Pós-graduando em Tecnologias para Educação Profissional e Tecnológica, 2026, IFSC.
  • • Pós-graduando em Gestão e Negócios, 2026, IFC.

Exposições Individuais Selecionadas

  • 2023 "Vidrado" — Museu de Arte de Joinville (Mural).
  • 2019 "Mangue" — Galeria Municipal Victor Kursancew e Galeria Dide Brandão (Itajaí).
  • 2016 "Buscas Inconscientes" — Museu de Arte de Santa Catarina (MASC).
  • 2015 "Vide Vida" — Museu de Arte de Joinville.
  • 2013 "Olhar Pulsante" — Museu de Arte de Joinville (Murais de grande escala).

Exposições Coletivas Relevantes

  • 2023 "Cabeças" — Museu de Arte de Joinville.
  • 2015 "Arte na Cidade - Gente de Rua" — SESC (Mural).
  • 2013 "Local Perigoso" — XIII Salão Nacional de Artes de Itajaí (Intervenção Urbana).
  • 2005 "35º, 40º, 42º e 44º Coletivas de Artistas de Joinville" — Museu de Arte de Joinville.
  • 2002 1° Salão de Artes de Blumenau — Destaque Especial em vídeo-arte.