Uma única linha como metáfora para o ciclo contínuo da vida.
A forma de desenhar explorando o percurso ininterrupto de um traço evolui desde 2002. Cada trabalho é único, construindo figuras que fazem a relação entre o real e o abstrato, o estático e o caótico, onde a linha se funde ao fim para provar que tudo está interligado.
A conceção inicia-se na mente e materializa-se primeiramente no ambiente digital. Através de tablets e softwares de vetorização, a linha é traçada de forma orgânica, mas planeada matematicamente. Após a consolidação do projeto, a precisão mecânica de uma penplotter armada com nanquim entra em ação, devolvendo a obra ao meio físico num processo simbiótico entre a emoção humana e a exatidão da máquina.
A mesma linha que percorre o papel expande-se para abraçar as dimensões da cidade. Murais como os executados nas exposições "Buscas Inconscientes" e "Arte na Cidade" transformam o espaço urbano em tela.
A passagem de um dia, em diversos pontos diferentes, manifestações climáticas e ritmos. A investigação através da vídeo-arte (presente em mostras como "Momentos Divergentes" e "Vide Vida") e da fotografia explora um só mundo, uma só vida, onde o ecrã funciona como uma janela para a pulsação eterna do ambiente ao nosso redor.
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